Sociedade

PCA do grupo “ Boa Vida” rejeita responsabilidades na falência do Banco Angolano de Negócios e Comércio.

Numa a que o Mukanda teve acesso, Tomasz Dowbor, Presidente do Conselho de Administração do Grupo Boa Vida rejeita as acusações a si e aos seus impulsionadores, postas a circular pelas redes sociais e alguma imprensa, onde são apontados como um dos causadores do processo que levou a falência do Banco Angolano de Negócios e Comércio (BANC), em Fevereiro do ano passado.

Na nota, alega que no começo da implementação dos projectos de construção de habitações, os irmãos Tomasz e Wojciech Dowbor teve uma injecção directa de mais de 100 milhões de dólares americanos de capitais próprios.

O empresário angolano Tomasz Dowbor faz saber que endereçou no passado dia 24 de Junho, uma exposição ao Bureau Político do MPLA negando que tenham sido os créditos bancários da suas empresas responsáveis pelo falência do Banco Angolano de Negócios e Comércio (BANC), detido pelo histórico Kundi Paihama.

Com mais de duas décadas no mercado nacional, Tomasz Dowbor diz que em momento algum negou ter recebido do Banc qualquer empréstimo bancário, e refere, ter sido sempre claro e transparente. O empréstimo acelerou e deu suporte às despesas adicionais para a operacionalização da construção de habitações em função de um elevado número de solicitações por parte dos clientes daquele banco ao projecto Refere!

Conforme explicou, “Após a análise do relatório do BNA sobre a falência do BANC, que foi decretado em 2019, com 41 720 020 000,00 (Quarenta e um bilhões, setecentos e vinte milhões e vinte mil kwanzas) de dívida, sendo que 2 000 000 000,00 (Dois mil milhões de kwanzas) foi o crédito cedido as empresas do Grupo Poltec e BoaVida, que apenas representa 4% do valor falido do BANC. Face ao exposto acima é visível que o valor em questão não teve nenhum impacto no processo de falência da referida Instituição pelo contrário ao longo dos anos sustentamos o funcionamento do banco, através do pagamento das prestações mensais e afirmamos que foi um dos melhores negócios que o BANC celebrou”.

 O grupo UBV aproveita a ocasião para reforçar que sempre esteve alinhado com as estratégias do Executivo na diversificação da economia e geração de postos de trabalho ao longo desses anos.

O GRUPO BOAVIDA, mantém a sua capacidade de gestão, eficácia, comprometimento, responsabilidade em todos os projectos, activos, financiamentos confiados e continuará disponível a qualquer esclarecimento sobre o assunto, assim como mostra-se disponível a colaborar com os órgãos de justiça. Finaliza.

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